A POSSÍBILIDADE DE EDUCAR PARA A EMANCIPAÇÃO MORAL E INTELECTUAL APÓS O FLORESCIMENTO DA BANALIZAÇÃO DO MAL NA SOCIEDADE BUROCRÁTICA MODERNA

Geovanna Arrais Lopes

Resumo


RESUMO: O presente artigo buscou levantar a discussão sobre os conceitos dos autores Hannah Arendt, Immanuel Kant e Theodor W Adorno, a fim de debater sobre as razões que levaram a humanidade, ao invés de entrar em um estado verdadeiramente humano, a afundar em uma nova espécie de barbárie, se destruindo enquanto pensamento, forçando-o a paralisar enquanto perde seu caráter superador. Adorno despreza em caráter real a fragmentação da sociedade que como parte de um todo vêm se desfazendo e resta apenas pequenos traços de uma vida deformada que sucumbe frente à banalização do mal no cotidiano que ainda assombra as pessoas, mesmo que a experiência desumana e trágica da 2˚ Guerra Mundial tenha passado a sociedade continua a valorizar a barbárie cometendo terríveis atrocidades, o que aponta para a perda da memória histórica. PALAVRAS-CHAVE: Adorno. Segunda Guerra Mundial. Hannah Arendt. Banalização do Mal.


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Referências


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ARENDT, Hannah. A Condição Humana. Tradução de Roberto Raposo. 8. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2010.

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KANT, I. Crítica da Razão Prática. Lisboa: Edições 70, 1999.


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