GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS EM SOCIEDADES DE ECONOMIA MISTA

Alex dos Santos Silva, Erika Conceição Gelenske Cunha

Resumo


A busca por um emprego estável e, também, os salários pagos em alguns cargos são os principais motivadores de concursos públicos. Os sites relacionados ao tema são visitados todos os dias por pessoas que buscam uma nova possibilidade de realizarem o grande sonho de se tornar um servidor público. Sendo aprovado neste concurso, o candidato não será servidor público, mas sim um empregado público, com direitos e deveres bem diferentes, e a maioria trabalharão regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT. Estes empregados não serão estatutários, não possuirão estabilidade e trabalharão em empresas com metas e objetivos muito semelhantes à iniciativa privada. O objetivo deste trabalho é discutir a preparação do Gestor que terá em sua equipe funcionários aprovados em concurso público, que mesmo não sendo servidores, possuem direitos diferentes dos funcionários privados. O Gestor será cobrado como se estivesse em uma empresa privada, mas não poderá atuar da mesma forma, pois a relação de trabalho é bem diferente, e não é tão fácil contratar novos funcionários. A metodologia de pesquisa adotada foi a pesquisa bibliográfica e os resultados apresentam que nas sociedades de economia mista cabe ao gestor acompanhar os novos funcionários, identificando o perfil de cada novo funcionário e ver se este perfil se adequa ao que perfil esperado pela empresa. Cabe ao gestor, ainda, a adequação deste funcionário e o trabalho árduo de formação, já que não é tão simples demitir e contratar novos funcionários.

Texto completo:

PDF

Referências


BANOV, Marcia Regina. Psicologia no Gerenciamento de Pessoas. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2015a.

BANOV, Marcia Regina. Recrutamento, Seleção e Competências. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2015b.

BUENO, Ana Cristina Álvares. A falência e as Sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas. Disponível em: Acesso em 12/08/2015

CHIAVENATO, Idalberto. Desempenho humano nas empresas: como desenhar cargos e avaliar o desempenho para alcançar resultados. 6.ed. Barueri: Manole, 2009.

CHIAVENATO, Idalberto. Recursos humanos: o capital humano das organizações. 10.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.

BRASIL. Constituição da república federativa do Brasil de 1988. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm > Acesso em 20/10/2015.

BRASIL. Decreto-lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967. Dispõe sobre a organização da Administração Federal, estabelece diretrizes para a Reforma Administrativa e dá outras providências. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del0200.htm > Acesso em 20/10/2015.

DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo. 28. ed. São Paulo: Atlas, 2015.

LACOMBE, Francisco José Masset. Comportamento Organizacional. São Paulo: Saraiva, 2012.

LACOMBE, Francisco José Masset. Recursos Humanos: Princípios e tendências. 2.ed. São Paulo: Saraiva. 2011.


Apontamentos

  • Não há apontamentos.